Nova campanha para os cursos de Pós-graduação e MBA

Pós-graduação e MBA 2014

Visão ampla para o sucesso é o tema central da campanha 2014 da Fundação Vanzolini.

O mote da campanha tem como destaque o ponto alto da carreira de um profissional, característica principal da Fundação Vanzolini, que há 46 anos vem formando grandes profissionais nas principais empresas do país.

A campanha foi lançada para dar as boas-vindas aos alunos que buscam a ascensão profissional por meio de um ensino diferenciado, conduzido por um seleto grupo de professores do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP.

Uma das novidades para 2014 é a parceria entre a Fundação Vanzolini e a West Virginia University. Uma oportunidade inédita, que oferece o desenvolvimento e aprimoramento de competências na área de negócios, além do aprofundamento de conhecimentos técnicos voltados à atuação no mercado de trabalho para os alunos dos cursos de MBA e Especialização.

Os interessados em fazer parte dessa história de sucesso podem obter mais informações sobre os cursos no site: http://vanzolini.org.br/posusp/

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Os tipos de inovação que devemos implantar em nossa vida pessoal e corporativa

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Novos temas e assuntos costumam ganhar destaque e status de “Salvadores da Pátria”.

O paradoxal é que muitos deles sequer chegam a ser realmente inéditos.

Quando muito, aparecem com uma nova roupa.

Ou recém-saídos de uma cirurgia plástica completa.

A inovação, de tempos em tempos, acaba por ser um destes temas.

Hoje em dia novamente, está em destaque.

A palavra inovação se origina do latim INNOVARE que significa “renovar, mudar”, composto de IN-, “em”, mais NOVUS, “novo, recente”.

Diante este entendimento, se levarmos para a nossa vida pessoal, é possível considerarmos algumas questões interessantes.

Quando uma pessoa troca seu cônjuge por outro de idade menor, ela está sendo inovadora?

Vamos pensar.

Houve mudança?

Sim, no caso por “alguém” mais novo.

Então, conceitualmente, esta pessoa é inovadora.

Quando uma pessoa busca sempre renovar a forma como se relaciona com seu cônjuge de muitos anos, ela está sendo inovadora?

Vamos ver.

Houve renovação?

Sim, no caso do próprio relacionamento entre as “partes”.

Seguindo a risca, esta pessoa também é inovadora.

No entanto, há diferenças.

No primeiro caso, digamos que a troca do “cônjuge” pode ser considerada uma Inovação Radical.

Pois ao que parece pode sinalizar um salto de desempenho.

Uma nova relação tende a assumir esta característica.

A busca é por resultados que alcancem outro patamar, por mais que isto possa ser temporário.

No segundo caso, a manutenção do “cônjuge” está associada a uma Inovação Incremental.

Nota-se forte associação com melhoria constante do relacionamento.

Neste caso, também se busca resultados de excelência.

No entanto, não há saltos de performance, mas sim, crescimento consistente.

Uma estreita relação com aprendizagem, o que acontece ao longo de um processo, não de forma pontual.

Então podemos ser Inovadores Radicais ou Inovadores Incrementais?

Mas é tão simples assim?

Não.

Ninguém consegue viver de Inovações Radicais.

Aliás, pessoas que mudam frequentemente de relacionamentos, talvez sim.

No caso uma clara deficiência de buscar ou desenvolver melhorias.

Sendo assim, sem querer julgar ninguém, ao que parece quem vive de Inovações Radicais tende a ter alguma dificuldade em melhorar a forma como atuam.

Mas quem pode negar que ao se buscar um novo cônjuge, não está se buscando melhor a sua atuação?

Verdade, mas para isso foi necessária a mudança do parceiro.

Mas ainda assim, a Inovação Radical também pode sinalizar aprendizagem, assim como notada na Inovação Incremental.

Enfim, em ambas as situações há aprendizado.

Aprendemos sendo Inovadores Radicais ou Incrementais.

Talvez a diferença esteja na forma como a sociedade enxerga.

Dentro deste cenário, as pessoas Inovadoras Incrementais tendem a ser vistas com melhores olhos.

Talvez puro preconceito.

Mas é fato.

E se seguirmos a mesma logica para o mundo corporativo?

As empresas Inovadoras Radicais ou Incrementais, como são vistas?

A tendência natural no mudo corporativo é distinta.

Os grandes saltos tecnológicos tendem a ter mais destaque no mercado.

As organizações tendem a ser vistas como mais “ligadas” nas mudanças do mundo corporativo.

Sendo assim as Inovadoras Radicais ganham ponto.

Talvez, também seja puro preconceito.

Mas também é fato.

Afinal o que se espera?

Que sejamos Inovadores Incrementais na vida pessoal e Inovadores Radicais no mundo corporativo?

Ou o contrário?

Pois é.

Justamente por não haver uma resposta definitiva, a constatação é uma só:

O que realmente importante é que sejamos Inovadores.

Se bem que…

*Por José Renato Santiago

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Sobre o autor

José Renato Sátiro Santiago Junior – Professor da Fundação Vanzolini no MBA Executivo em Gestão de Operações – Produtos e Serviços, na Pós-graduação em Gestão de Projetos em Tecnologia da Informação e no curso de capacitação de Aplicações para Gestão Estratégica do Conhecimento. Grande experiência no desenvolvimento de atividades relacionadas à Administração de Empresa, Gestão de Pessoas, Gestão de Projetos, Inovação e Gestão do Conhecimento. Atuação por mais de 20 anos em empresas nacionais e multinacionais nos segmentos de Óleo e Gás, Engenharia, Telecomunicações, Construção, Farmacêutico, Eletro-Eletrônico e Bens de Consumo. Mestre e doutor em Engenharia pela USP com pós-graduação em Marketing pela ESPM. Autor de dezenas de livros e artigos, dentre os quais se destacam, “Gestão do Conhecimento – A Chave para o Sucesso Empresarial.”, “Capital Intelectual – O Grande Desafio das Organizações.” e “Buscando o Equilíbrio”. Professor da FIA e PUC em cursos de MBA (Master of Business Administration). Administrador do site Boletim do Conhecimento onde publica artigos e ideias cujo tema central é o Mundo Corporativo, com cerca de mais de 10.000 leitores semanais.

*Os artigos assinados não necessariamente expressam a visão da Fundação Vanzolini.
As opiniões expressas no texto são de inteira responsabilidade do autor.

Ao mestre com carinho

15 de outubro - Dia dos Professores

 

Homenagem da Fundação Vanzolini a todos que praticam a arte de transmitir e compartilhar conhecimento. Parabéns, professores! 🙂

O profissional que toda empresa precisa para gerir seus projetos

Mabeco

Mabeco | Foto: Jeff Kubina

O mundo animal nos presenteia com interessantes exemplos.

Muitos deles perfeitamente aplicáveis no dia a dia de qualquer organização.

A disputa entre os dois mais velozes animais terrestres é um deles.

De um lado, o Guepardo, o mais rápido de todos, que alcança a incrível marca de 115 km/h.

Do outro, o Antílope, o segundo, cuja velocidade máxima atinge 90 km/h.

O Guepardo é o maior predador do Antílope.

O Antílope é o principal alimento do Guepardo.

Nasceram um para o outro.

No reino animal, quem se dá melhor?

Contra o Guepardo, há um grande obstáculo, a sua limitação cardiovascular.

Isto é, precisa alcançar o Antílope em pouco tempo.

Possui baixa resistência.

A seu favor, o fato de precisar ser mais rápido que o mais lento dos Antílopes.

Por outro lado, o Antílope possui algumas vantagens estratégicas.

Estão sempre em grupo, o que, individualmente, diminui a chance percentual de ser o “caçado”.

Além disso, possui um eficiente sistema de comunicação que permite rastrear a presença próxima de Guepardos e demais predadores.

Com este tipo de “sentinela” as coisas ficam melhores.

Pois bem… voltamos a pergunta: No reino animal quem se dá melhor?

Resposta difícil.

O vencedor é…

…o cachorro selvagem africano, o Mabeco.

Animal bem feinho e que é apenas o oitavo animal terrestre mais rápido, com 70 Km/h.

Não corre como o Antílope, mas possui uma resistência física única.

Não corre como o Guepardo, mas caça em grupo o que permite adotar diferentes estratégias.

Algumas vezes, decide por emboscar sua caça.

Outras vezes, divide o grupo, minando qualquer sistema de defesa.

Seu índice de sucesso é de 80%.

O Guepardo tem que se contentar com um índice inferior a 70%.

Além disso, muitas vezes, quando tem sucesso, ainda corre o risco de perder a sua caça, por conta dos animais oportunistas, tais como a Hiena.

Já o Mabeco se alimenta apenas daquilo que caça.

Eficiente, Focado em Resultado e com Estratégia Objetiva, afinal não é isso que procuramos junto aos profissionais que atuam nas organizações?

Pois é, o segredo é ser Mabeco.

Por José Renato Santiago

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Sobre o autor

José Renato Sátiro Santiago Junior – Professor da Fundação Vanzolini no MBA Executivo em Gestão de Operações – Produtos e Serviços, na Pós-graduação em Gestão de Projetos em Tecnologia da Informação e no curso de capacitação de Aplicações para Gestão Estratégica do Conhecimento. Grande experiência no desenvolvimento de atividades relacionadas à Administração de Empresa, Gestão de Pessoas, Gestão de Projetos, Inovação e Gestão do Conhecimento. Atuação por mais de 20 anos em empresas nacionais e multinacionais nos segmentos de Óleo e Gás, Engenharia, Telecomunicações, Construção, Farmacêutico, Eletro-Eletrônico e Bens de Consumo. Mestre e doutor em Engenharia pela USP com pós-graduação em Marketing pela ESPM. Autor de dezenas de livros e artigos, dentre os quais se destacam, “Gestão do Conhecimento – A Chave para o Sucesso Empresarial.”, “Capital Intelectual – O Grande Desafio das Organizações.” e “Buscando o Equilíbrio”. Professor da FIA e PUC em cursos de MBA (Master of Business Administration). Administrador do site Boletim do Conhecimento onde publica artigos e ideias cujo tema central é o Mundo Corporativo, com cerca de mais de 10.000 leitores semanais.

Circuito de palestras Noite em Dia

Palestras

A Fundação Vanzolini abre inscrições para o Noite em Dia, um ciclo de palestras gratuitas que aborda temas variados da atualidade.

As palestras são ministradas por professores da Fundação Vanzolini e acontecem sempre no período noturno.

O objetivo é trazer para discussão temas importantes como Estratégias e Gestão de Negócios, Cidadania e Responsabilidade Social, Carreira, Recursos Humanos, Tecnologia da Informação, entre muitos outros.

As próximas palestras já estão com inscrições abertas.

Para saber mais acesse a programação do NOITE EM DIA.

Parceria Internacional: Fundação Vanzolini e West Virginia University

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A Fundação Vanzolini e a West Virginia University, em uma parceria inédita, oferecem o Módulo Internacional para desenvolvimento e aprimoramento de competências na área de negócios, além do aprofundamento de conhecimentos técnicos voltados à atuação no mercado de trabalho para os alunos e ex-alunos dos cursos de MBA e pós-graduação.

O programa tem duração de uma semana, com 32 horas de instrução sobre temas e
tendências em negócios internacionais, além de 2 visitas técnicas às empresas. O módulo será oferecido nas dependências da West Virginia University, com sistema de tradução consecutiva.

Para mais informações acesse: vanzolini.org.br/internacional

Professores da POLI USP e Fundação Vanzolini lançam livro sobre Qualidade e Produtividade

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Os professores da POLI USP e coordenadores do curso de Capacitação em Gestão de Projetos, da Fundação Vanzolini, Gregório Bouer e Fernando Tobal Berssaneti, convidam a todos para o lançamento do livro “Qualidade – conceitos e aplicações”, o evento acontece dia 12 de setembro, às 18h30, na Livraria Martins Fontes Paulista.

Desenvolvida com foco nas aplicações das práticas da Qualidade, esta obra apresenta seus capítulos partindo do nivelamento conceitual e ferramental, chegando às técnicas de gerenciamento e suas aplicações, com o objetivo de facilitar o entendimento e a utilização dessas práticas, as quais têm sido apresentadas como parte fundamental de cursos de graduação e pós-graduação relacionados à Engenharia e Administração da Produção, bem como em cursos de Gerenciamento de Projetos e Gestão de Processos ministrados na Escola Politécnica da USP e na Fundação Vanzolini.

Indicado a professores, alunos e profissionais das áreas de Qualidade e Produtividade, o livro possui uma abordagem prática e permite uma rápida interpretação e aplicação de seus conceitos e ferramentas.

Clique aqui e confirme participação no evento.

Sobre os autores

Gregório Bouer
Graduado em Engenharia Mecânica, é mestre e doutor em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – USP. Foi professor da FEA-USP, é professor Sênior do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP e Coordenador dos cursos de Capacitação em Gerenciamento de Projetos da Fundação Vanzolini.

Fernando Tobal Berssaneti
Engenheiro de Produção, mestre e doutor em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – USP. É professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP e Coordenador dos cursos de Capacitação em Gerenciamento de Projetos da Fundação Vanzolini.

Outras informações

Livraria Martins Fontes Paulista
Avenida Paulista, 509 – Centro
Estacionamentos: Rua Manoel da Nóbrega, 88 e 95.