Áreas com profissões em alta em 2014

profissionais

 

Empresa de Recursos Humanos aponta áreas promissoras para quem pretende investir na sua carreira em 2014. É importante ficar atento às áreas com profissões em alta, pois as melhores oportunidades de emprego são mais seletivas e ocorrem em algumas funções ou segmentos específicos. Confira:

  • Tecnologia da Informação

A área de Tecnologia da Informação estará em alta no próximo ano e, com isso, todos os cargos relacionados a TI estarão valorizados devido aos investimentos constantes das empresas com o objetivo de melhorar a produtividade dos funcionários.

Profissões: Gerente de tecnologia, Engenheiro, Técnico, Tecnólogo, Programador, Analista de Sistema e todas as outras carreiras correlatas.

  • Recursos Humanos

Segundo a responsável pela empresa, os profissionais de Recursos Humanos têm sido muito solicitados, principalmente em cargos estratégicos, como a área de qualidade e o atendimento. A área de recursos humanos também vai ser estratégica e de grande valor para reter talentos nas empresas, além de desenvolver e capacitar os funcionários.

Profissões: Analista de RH, Gerente de RH, Consultor de RH, Psicólogos e profissionais em geral que tenham experiência e qualificação em treinamento e desenvolvimento comportamental.

  • Energia, óleo e gás

Trata-se de uma das áreas mais promissoras para os próximos anos e 2014 promete ser um grande momento para profissionais com experiência nessa área. A exploração de novos campos e do pré-sal vai aumentar a demanda por profissionais capazes de gerenciar projetos voltados para o setor de óleo e gás.

Profissões: Engenheiro ambiental, Engenheiro mecânico, Engenheiro eólico, Engenheiro de produção, Gerente de projetos voltados para o setor de óleo e gás, Advogado especializado no mercado de óleo e gás.

  • Construção civil

Os investimentos do Brasil na área de infraestrutura são visíveis. O país se prepara para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas e precisa de profissionais preparados para cuidar de portos, aeroportos, estradas e todas as outras construções civis. Por este motivo, as profissões nessa área estarão bem valorizadas em 2014.

Profissões: Engenheiro civil, Engenheiro naval, Engenheiro mecânico, Diretor de obras, Arquiteto, Técnicos, tecnólogos e outros profissionais preparados para trabalhar em construtoras.

  • Remuneração

A área de remuneração está muito valorizada e tem poucos profissionais qualificados porque durante muito tempo não se investiu e não se formou gente. Mas estará em alta devido ao impacto da função do profissional na gestão sobre os custos e desempenho de pessoal, e negociação de grandes contratos de benefícios.

Profissões: Administrador, Psicólogo, Advogados, Engenheiro. Todos com especialização na área de finanças.

Fonte: info.abril.com.br

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Só Assuma Novas Responsabilidades se Estiver Preparado

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Conta uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato. Então um mágico teve pena dele e o transformou em um gato. Mas como ele ficou com medo do cão, o mágico o transformou em uma pantera. Então ele começou a temer os caçadores.

A essa altura o mágico desistiu. Voltou a transformá-lo em um camundongo e disse:

– Nada que eu faça vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo.

Há pessoas assim como o rato medroso. Apesar de crescerem na empresa, assumindo cargos mais importantes, continuam medrosas, sentem-se ignorados e estão sempre postergando decisões importante por medo de errar.

Antes de promover alguém para um cargo de chefia, o qual exige agilidade e segurança de ações, analise bem a capacidade do funcionário e a auto-confiança dele.

*Por José Renato Santiago

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Sobre o autor

José Renato Sátiro Santiago Junior – Professor da Fundação Vanzolini no MBA Executivo em Gestão de Operações – Produtos e Serviços, na pós-graduação em Gestão de Projetos em Tecnologia da Informação e no curso de capacitação de Aplicações para Gestão Estratégica do Conhecimento. Grande experiência no desenvolvimento de atividades relacionadas à Administração de Empresa, Gestão de Pessoas, Gestão de Projetos, Inovação e Gestão do Conhecimento. Atuação por mais de 20 anos em empresas nacionais e multinacionais nos segmentos de Óleo e Gás, Engenharia, Telecomunicações, Construção, Farmacêutico, Eletro-Eletrônico e Bens de Consumo. Mestre e doutor em Engenharia pela USP com pós-graduação em Marketing pela ESPM. Autor de dezenas de livros e artigos, dentre os quais se destacam, “Gestão do Conhecimento – A Chave para o Sucesso Empresarial.”, “Capital Intelectual – O Grande Desafio das Organizações.” e “Buscando o Equilíbrio”. Professor da FIA e PUC em cursos de MBA (Master of Business Administration). Administrador do site Boletim do Conhecimento onde publica artigos e ideias cujo tema central é o Mundo Corporativo, com cerca de mais de 10.000 leitores semanais.

*Os artigos assinados não necessariamente expressam a visão da Fundação Vanzolini.
As opiniões expressas no texto são de inteira responsabilidade do autor.

Inovação com eficiência e sucesso

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Existe atualmente uma grande demanda e interesse por parte das empresas pelo assunto inovação. Em um cenário de grandes mudanças com que se deparam as organizações, muitas ideias estão surgindo com o objetivo de identificar transformações no processo de fabricação e criação de novos produtos.

A estratégia de inovação pode ser a responsável por fazer com que as empresas permaneçam no mercado, pois é ela quem determina em que medida e de que forma a empresa pode melhorar o seu desempenho, a partir de seus recursos técnicos e profissionais. “A empresa deve ter uma atitude aberta, estimulante e não conservadora. É preciso também dispor de uma estrutura organizacional e técnica adequada à execução dos seus projetos. Não é suficiente apenas uma boa ideia”, comenta Omar Madureira, professor do curso de capacitação em Estratégias de Negócio e Projetos de Inovação da Fundação Vanzolini.

Neste mesmo contexto está inserida a Estratégia de Negócios, que é elaborada a partir dos objetivos da empresa baseada nos seus pontos fortes e fracos e nas oportunidades e ameaças.

O Curso de Capacitação em Estratégias de Negócio e Projetos de Inovação foi criado para desenvolver competências e, a partir de uma visão estratégica de negócios, visando projetar e implantar produtos, processos, serviços e sistemas inovadores, funções essenciais para a organização. Em especial o curso destina-se a profissionais de empresas que buscam sucesso em mercados caracterizados pela competição por inovação.

Confira abaixo a íntegra da entrevista com Omar Moore de Madureira:

– O que é um projeto inovador?

Um projeto é inovador se:

1 – Apresentar uma nova solução técnica para atender melhor (mais econômica, eficiente, segura) a uma necessidade do mercado já atendida atualmente.

2 – Oferecer solução técnica para atender uma necessidade nova não ainda atendida.

Os projetos inovadores diferem-se dos evolutivos por envolverem riscos altos, exigirem grandes investimentos, mas, em compensação, possuírem grande potencial de lucratividade.

 – Como pode a empresa estimular a inovação?

A empresa deve ter uma atitude aberta, estimulante e não conservadora. É preciso também que tenha uma estrutura organizacional e técnica adequada à execução dos seus projetos. Para o sucesso não é suficiente apenas uma “boa ideia”.

– Quais são as principais características de um profissional inovador?

Ele deve ser criativo, inteligente, entusiasmado e, sobretudo, não aceitar a péssima postura do “é assim mesmo”.

– Como a formação acadêmica pode contribuir para uma visão estratégica de negócios?

A formação acadêmica deve dar a base necessária para tratar com competência dos aspectos técnicos da sua área. Por outro lado, uma formação em administração é necessária para compreender toda a complexa natureza dos negócios empresariais.

– Em quais áreas de atuação podem ser aplicados os conceitos apreendidos durante o curso?

Em todas as áreas da empresa, em projetos: de produtos, processos, serviços e sistemas.

Os métodos do curso se aplicam a todos os projetos de qualquer ramo de negócio.

– Por que cursar Estratégias de Negócio e Projetos de Inovação na Vanzolini?

A Fundação Vanzolini tem uma longa história de sucesso nos cursos de aperfeiçoamento e formação de profissionais. Neste curso, em particular, os alunos terão a oportunidade de conviver com professores de ampla experiência profissional em projetos da realidade empresarial. Além disso, serão conduzidos por grupos de alunos com afinidades profissionais trabalhos de aplicação em projetos de seu interesse.

Engajamento Pela Ótica Da Resiliência

engajamento

Resiliência e engajamento são dois assuntos que estão na pauta de líderes e gestores. Diante dessa atualidade de temas tão antigos, a SOBRARE e a Fundação Vanzolini, para obter maiores dados realizaram uma pesquisa verificando as possíveis interfaces entre os dois temas.
O eixo norteador da pesquisa foi estudar como a resiliência pode contribuir no entendimento da ocorrência do engajamento no ambiente de trabalho.

O planejamento da pesquisa e ações

Os anos de pesquisas nos ensinaram que os dois assuntos estão vinculados pelo estresse. Eventos como fortes mudanças na vida, pensamentos atribulados pela rotina de trabalho, problemas no desempenho, dificuldades nos relacionamentos, falta de habilidade para comunicação, alta ansiedade, perda de foco, entre tantas adversidades que disparam o estresse ruim, têm impacto direto tanto na resiliência como no comportamento de se engajar. A exata noção do estresse é que irá definir a qualidade da resiliência e do engajamento. A partir dessa compreensão nos foi possível ter como hipótese de trabalho investigar quais as relações entre resiliência engajamento.

Os participantes da pesquisa e os instrumentos utilizados

Trabalhamos com 18 profissionais, gerentes que estavam envolvidos com as atividades da SOBRARE e se voluntariam para esse projeto.
Recorremos à Escala de resiliência “QUEST_Resiliência” e uma entrevista semi-dirigida que elaboramos.  A conjunção desses instrumentos possibilitou verificar o comportamento de resposta dos participantes (crenças relativas ao agir diante da adversidade), quando estudado sob dois enfoques diferentes.
A escala QUEST_Resiliência, validada em 2006/2009, avalia o posicionamento do respondente, a partir de seus sistemas de crenças.  O respondente é convidado a se manifestar sobre o quanto de intensidade atribui às situações que lhe são apresentadas. Com os dados obtidos com a atribuição de intensidade nos é possível avaliar o grau de resiliência nessa fase da vida entre as oito áreas mapeadas.
Quanto à entrevista, ela se constituiu de três perguntas: a) Para você o que é engajamento? b) O que faz com que você se sinta engajado no trabalho? c) O que acontece quando você está engajado? Sendo que a pergunta “a” tinha o objetivo de apenas introduzir o assunto. A pergunta “c” de gerar um clima de fechamento da conversação. Nosso interesse estava somente nas respostas “b”.

Os resultados encontrados

Após o tratamento das respostas “b”, obtivemos uma informação preciosa e sete afirmações predominantes. Em dez dos participantes ouvimos a informação de que em determinado momento estão engajados com a empresa e não com a liderança. Outros seis de que estão fechados com a liderança e nada com a empresa e dois nada referiram a esse respeito.
Como resposta, levantamos também as informações:

  1. Quando o líder ou a empresa promove transparência nas comunicações.
  2. Há investimento em minhas competências e deficiências.
  3. Tenho satisfação pessoal.
  4. Experimento valorização de minha condição no trabalho.
  5. Posso inspirar outros.
  6. Tenho ambiente favorável ao diálogo.
  7. Tenho visibilidade positiva.

As análises realizadas

Esses dados nos levaram a constatar que os profissionais, quando o assunto é engajamento, fazem uma distinção entre o empregador e a sua liderança. Podendo estar engajado apenas com a empresa ou somente com quem lidera.
Identificamos que áreas mapeadas quanto à resiliência efetivamente se relacionavam com as afirmações de aspectos do engajamento. Por exemplo, a afirmação “o líder ou a empresa promove transparência nas comunicações” efetivamente está alinhada com a definição do agrupamento de crenças da Empatia em nossa abordagem da resiliência.
Devido às relações que verificamos entre as áreas vitais para a resiliência e as afirmações relativas ao engajamento, foi-nos possível dividir as afirmações colhidas em dois blocos. Em um deles, constatamos que se referem com a autorrealização. No outro bloco, verificamos que as afirmações se relacionam com a autonomia.
A partir desses dados coletados elaboramos um teste rápido que atualmente nos propicia ter a informação sobre haver engajamento ou não no colaborador. Chamamos o de “Percepção de Engajamento”. No teste ao atribuir um valor dentro do faixa estabelecida o sistema retorna “Alta” autorrealização. Do contrário, o resultado é “Baixa” autorrealização. O mesmo em relação à autonomia.  Se ocorrer “Alta” autorrealização e “Alta” autonomia há a comprovação de haver ENGAJAMENTO. Qualquer um dos campos com “Baixa” resulta no diagnóstico de que não há engajamento.

Conclusões

Uma das conclusões a que chegamos é que uma empresa pode estar investindo grandes valores para obter o engajamento e o colaborador não estar engajado com quem faz sua liderança. E quando o líder envida esforços para obter o engajamento e a empresa não patrocina, também não obtém resultados. A constatação é que as duas iniciativas necessitam estarem alinhadas, uma vez que ficou evidente que a ausência de uma, anula a outra.
Outra conclusão, a partir dos dados, é que quanto mais excelente for a resiliência do colaborador, maior a exigência da contrapartida da empresa.
A orientação final é nos planejarmos com práticas para que a empresa e a liderança deem sustentação àqueles que estão evidenciando a experiência de engajamento. Ao mesmo tempo de ações proativas para alavancar a resiliência àqueles que possuem a percepção de não engajamento.

Nota: A ferramenta “Percepção de Engajamento” está com acesso livre no www.sobrare.com.br

Sobre o Autor
George Barbosa – Autor da escala Quest_Resiliência,  Diretor Científico da Sociedade Brasileira de Resiliência (SOBRARE), Consultor na Fundação Vanzolini e Professor do curso ‘O Líder Resiliente – O uso da resiliência como recurso de enfrentamento e superação do stress no trabalho‘.

Professores da Fundação Vanzolini lançam livro de Gerenciamento da Qualidade em Projetos

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Os professores Mauro Spínola, Fernando Berssaneti e Felipe Lopes da Fundação Vanzolini, lançam no dia 12 de dezembro o livro “Gerenciamento da Qualidade em Projetos”.

Publicado pela editora Elsevier, o livro faz parte de uma coletânea que visa simplificar o entendimento da metodologia do PMBOK, onde cada livro representa uma das áreas de conhecimento. Segundo os autores, a obra foi elaborada com base nos conhecimentos e experiências obtidas com os cursos de gestão de projetos e com as consultorias realizadas pela Fundação Vanzolini.

O livro é direcionado a gestores de projetos, profissionais da área e para aqueles que almejam alcançar posições de liderança.

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Outras Informações
Local: Livraria Cultura – Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073
Horário: A partir das 18h30.

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Sobre os autores

Mauro de Mesquita Spinola – Possui graduação em Engenharia de Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (1979), Mestrado em Computação Aplicada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (1986), Doutorado (1999) e Livre-docência (2008) em Engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Atualmente é Professor Associado do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. É Coordenador do Curso de MBA Executivo – Gestão de Operações – Produtos & Serviços da Escola Politécnica da USP, ministrado em parceria com a Fundação Vanzolini. Coordena também o eLabTI, que desenvolve pesquisas sobre produção de sistemas e software. Foi Conselheiro da Fundação Vanzolini por 5 anos e Diretor de Educação nessa instituição no período de 2008/2009.

Fernando Tobal Berssaneti – Engenheiro de Produção, mestre e doutor em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – USP. É professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP e Coordenador dos cursos de Atualização e de Capacitação em Gerenciamento de Projetos da Fundação Vanzolini. Consultor de empresas nas seguintes áreas: Gerenciamento da Qualidade; Gerenciamento de Projetos; Gerenciamento por processos; Gerenciamento de Portfólio de Projetos; Indicadores de Produtividade; Acordos de Nível de Serviço e Inovação e Sustentabilidade.

Felipe Bussinger Lopes – Engenheiro de Produção, mestre e doutor em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – USP. Professor de cursos abertos e in company em Gestão da Qualidade, Gestão de Processos e Gestão de Projetos na Fundação Vanzolini. Consultor de empresas nas seguintes áreas: Administração da Produção; Gestão da Inovação; Gestão de Projetos; Gestão de Portfólio de Projetos; Implantação de Escritórios de Projetos – PMO; Mapeamento, Análise e Melhoria de Processos; Qualidade e Produtividade; Seleção e Definição de Requisitos de Sistemas ERP.

Fundação Vanzolini está com inscrições abertas para o curso de MBA Executivo Gestão de Operações – Produtos e Serviços

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Em um mercado cada vez mais competitivo, destaca-se aquele que tem um diferencial e as grandes organizações buscam profissionais cada vez mais qualificados e que aspirem crescer em suas carreiras. Para isso, não adianta apenas ter competência prática, é necessário também estar amparado por uma formação acadêmica e o MBA Executivo Gestão de Operações – Produtos e Serviços, da Fundação Vanzolini, pode te ajudar a alcançar o ponto mais alto.

Nosso curso é direcionado aos profissionais que buscam ascensão profissional por meio de um ensino diferenciado, conduzido por um seleto grupo de professores do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP.

O MBA – GO é um curso onde os alunos aprendem métodos e técnicas para solução de problemas, com base em três diferentes setores, sendo: Gestão de Operações e Serviços, Gestão Administrativa e Gestão de Pessoas.

Os alunos costumam ver os resultados rapidamente, no seu próprio ambiente de trabalho, pois os métodos e técnicas aprendidos têm aplicação imediata.

Confira o bate-papo com os coordenadores do curso e saiba a importância de fazer a escolha certa.

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– O que é gestão de operações?

Gestão de operações é uma tradução do termo em inglês “Operations Management”, que pode ser definido como todo o conjunto de processos e atividades que estão relacionadas à produção de bens e serviços.
Atualmente, a maior parte das empresas oferece bens e serviços, às vezes o serviço está embutido dentro do bem, por exemplo, um serviço de pós-venda, manutenção, isso faz parte do bem. Então é por causa disso que se usa gestão de operações.

– Em quais áreas este curso me permitirá atuar?

O curso possibilita atuar tanto área de manufatura, incluindo desde produtos de consumo até bens duráveis, quanto na área de serviços, sejam eles pessoais e ou corporativos. 

– Por que é preciso gerenciar operações e serviços e qual é a verdadeira importância?

A resposta para essa preocupação é bem simples. O gerenciamento de operações e serviços permite que as empresas ampliem seu poder competitivo. Em termos de operações de serviços, a vantagem competitiva de longo prazo depende, principalmente, da qualidade do projeto do serviço e do seu processo de fornecimento. Esses critérios competitivos devem refletir a qualidade do projeto e do fornecimento do serviço, ou seja, a satisfação do cliente.
Atualmente, os cursos de MBA e de gestão são voltados para áreas como: finanças, marketing e estratégia, que de fato são áreas importantes, mas especificamente para a área de operações e gestão dos processos produtivos, ainda falta um preparo maior. Nosso curso tem foco na área de operações – envolvendo estratégia, eficiência, qualidade e resultados – conhecimentos  fundamentais para a empresa moderna. 

– Quais são os benefícios a longo e a curto prazo de cursar o MBA-GO?

Em um mercado cada vez mais competitivo, destaca-se aquele que tem um diferencial. Este diferencial pode ser um curso de MBA / Pós-Graduação ou Atualização, voltado para a área de atuação.
Além disso, hoje em dia o mercado está em busca de profissionais cada vez mais qualificados e que aspirem crescer nas suas carreiras. Para isso, não adianta apenas ter competência prática, é necessário também estar amparado por uma formação acadêmica. A longo prazo, a melhor contribuição do MBA-GO é a preparação do profissional para um crescimento executivo, sobretudo a capacidade de liderar projetos que integram as várias atividades operacionais da empresa.
A curto prazo os alunos costumam ter resultados no seu próprio ambiente de trabalho, pois os métodos e técnicas aprendidos têm aplicação imediata. Por exemplo: como planejar um novo projeto, como estabelecer uma estrutura de custos para os produtos, como envolver as equipes em projetos inovadores etc., ou seja, o que é aprendido em sala pode ser imediatamente colocado em prática.

– Por que cursar Gestão de Operações e Serviços na Vanzolini?

O nosso curso é direcionado aos profissionais que buscam ascensão profissional por meio de um ensino diferenciado, conduzido por um seleto grupo de professores do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP.
Além disso, contamos com três selos fortes: Escola Politécnica, Universidade de São Paulo e Fundação Vanzolini.
A Fundação é a responsável por operacionalizar vários cursos da Escola Politécnica da USP, por isso, ao concluir um de nossos cursos, o aluno receberá um certificado da USP.

– Qual é o diferencial do curso?

O MBA Gestão de Operações – Produtos e Serviços é um curso criado e desenvolvido dentro do ambiente de engenharia, os alunos aprendem métodos e técnicas para solução de problemas, com base em três diferentes setores, sendo: Gestão de Operações e Serviços, Gestão Administrativa e Gestão de Pessoas. 

Dia Nacional do Livro

29 de outubro - Dia Nacional do Livro

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Pratique a leitura. 😉